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,12/05/2026

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Jovem alagoano é apreendido por crimes cibernéticos após alerta de agência de segurança dos EUA

Relatório enviado por agências de segurança dos Estados Unidos apontarem que ele estaria divulgando conteúdos com apologia ao nazismo, mensagens discriminatórias e publicações relacionadas a atos preparatórios para o terrorismo.


Jovem alagoano é apreendido por crimes cibernéticos após alerta de agência de segurança dos EUA Central de Polícia Civil de Arapiraca | Foto: Reprodução

Um jovem alagoano de apenas 18 anos foi apreendido na cidade de Arapiraca, no Agreste de Alagoas, após comunicados enviados por agências de segurança dos Estados Unidos apontarem que ele estaria divulgando conteúdos com apologia ao nazismo, mensagens discriminatórias e publicações relacionadas a atos preparatórios para o terrorismo.


O investigado, que não teve a identidade divulgada pelas autoridades, é reincidente nesse tipo de crime e já responde por ato infracional praticado quando tinha 17 anos. Por esse motivo, o caso continua sob competência da Vara da Infância e Juventude, mesmo após ele ter atingido a maioridade.


Segundo as investigações, em agosto de 2025 o jovem já havia sido apreendido por suspeita de ameaças e ataques homofóbicos contra o influenciador digital Felipe Bressanim Pereira, popularmente conhecido como “Felca”. Na época, a Justiça de Alagoas determinou sua internação provisória, além da aplicação de medidas socioeducativas, mas de acordo com a Polícia Civil, após deixar a internação, o investigado teria retomado as atividades em plataformas digitais, voltando a divulgar conteúdos de intolerância religiosa, homofobia e apologia ao nazismo.


Agora, após receber os relatórios encaminhados pelas autoridades norte-americanas, a Polícia Civil de Alagoas representou novamente pela internação do jovem, pedido que recebeu parecer favorável da Justiça. A Vara da Infância e Juventude de Arapiraca determinou a internação provisória por 45 dias.


Conforme o inquérito, o suspeito possui conhecimento avançado em tecnologia e facilidade de comunicação em outros idiomas, o que teria facilitado a disseminação de conteúdos de ódio em redes sociais e plataformas digitais.


Segundo o delegado Alexandre Leite, os relatórios enviados pelas autoridades dos Estados Unidos continham mensagens publicadas pelo jovem entre novembro e dezembro, com teor nazista e referências a atos preparatórios para o terrorismo. 


As investigações seguem em andamento para identificar a extensão das atividades criminosas e possíveis conexões virtuais mantidas pelo investigado.




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