Filho de vereador é acusado de estuprar menina de 12 anos em Joaquim Gomes
O caso teria acontecido na tarde da última terça-feira (28), na residência da vítima, e a mãe da criança teria flagrado o ato.
Emanuel Lucas, acusado de estuprar uma jovem de 12 anos e seu pai, o vereador Cicero Companheiro | Foto: Reprodução Emanuel Lucas, de 19 anos, filho do vereador Cícero Ferreira de Lima, popularmente conhecido como Cícero “Companheiro” (PSDB), está sendo acusado de estuprar uma adolescente de 12 anos e agredir a mãe dela na cidade de Joaquim Gomes, no interior de Alagoas.
O caso teria acontecido na tarde da última terça-feira (28), na residência da vítima, e a mãe da criança teria flagrado o ato. O jovem nega as acusações e o pai alega que elas são fruto de perseguição política.
De acordo com a Polícia Militar (PMAL), a mãe da vítima relatou que flagrou o suposto abuso e, ao confrontar o jovem, teria sido agredida fisicamente por ele. Ao chegarem ao local, a vítima já havia sido retirada para garantir sua segurança e, posteriormente, foi encaminhada ao Hospital da Mulher, em Maceió.
Cícero nega esta versão e alega que os jovens são amigos e que seu filho foi agredido pela mãe da jovem com uma garrafada na cabeça. Um vídeo do suposto ferimento no jovem foi enviado à imprensa pela família.
“Meu filho foi pegar um carregador de celular na casa da adolescente e estava sentado na sala, conversando com ela, quando a mãe chegou. Ela [a mãe da adolescente] espancou o meu filho, bateu com uma garrafa na cabeça dele e causou um corte. Foi necessário a menina intervir para que ele pudesse sair de casa”, disse o vereador.
O parlamentar afirma ainda que as acusações contra ele e seu filho são fruto de perseguição política, já que ele desenvolve um trabalho em oposição à atual gestão municipal: “Isso que postaram é uma perseguição política, porque eu venho fazendo um trabalho de rua, denunciando a atual gestão. Ontem, por volta das 19h, duas senhoras, inclusive a avó da menina, vieram até a minha casa para questionar o que estava acontecendo. Foi quando eu tomei conhecimento e fui procurar meu filho”.
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) segue investigando o caso.


