"SC não é um estado de fascistas", diz Flávio Bolsonaro em evento de campanha em Joinville
Em agenda no município de Joinville, candidato do PL afirmou que pretende usar o estado como inspiração para governar o Brasil
Em foco, à bancada, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Foto: Carlos Moura/Agência Senado O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) exaltou o estado de Santa Catarina e rejeitou acusações de extremismo político durante agenda de campanha realizada neste sábado (19/09) em Joinville. Na ocasião, o parlamentar defendeu o perfil da população local ao abordar a imagem da região.
"O povo de Santa Catarina, muito longe de ser fascista, é um povo trabalhador, produtivo e que tem a mentalidade de correr atrás pelos seus méritos", declarou o candidato ao discursar no município catarinense.
Ao tratar da estrutura econômica do estado, o postulante ao Planalto voltou a rebater os rótulos direcionados aos catarinenses. "Santa Catarina não é um estado de fascistas, é um estado que prospera, onde e lei funciona e tem estrutura para escoar sua produção", disse.
O senador sustentou ainda que pretende adotar as práticas locais como referência para a condução do país. "Santa Catarina tem muito a inspirar o Brasil inteiro e eu quero estar aqui mais próximo do que nunca do governo", destacou.
Flávio Bolsonaro aproveitou a agenda política para fazer críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que a atual gestão representa o passado e ideias velhas. O candidato do PL acrescentou que, se eleito, seu governo vai potencializar o que o Brasil tem de melhor, referindo-se aos próprios brasileiros.
Em outra frente de seu discurso, o presidenciável atribuiu ao governo Lula a responsabilidade pela crise envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.
A manifestação do candidato faz referência a uma foto registrada em Londres que mostra o procurador-geral da República, Paulo Gonet, ao lado de Vorcaro e de outras autoridades. Gonet nega envolvimento com o banqueiro e afirmou que o único contato entre eles foi brevíssimo.


