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,23/09/2026

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Levantamento AtlasIntel mostra Lula com 51,6% de rejeição e Flávio Bolsonaro com 50,6% em cenário de polarização

Pesquisa também avalia desaprovação do governo, impactos da crise no STF e responsabilidade sobre a expansão das apostas online no país.


Levantamento AtlasIntel mostra Lula com 51,6% de rejeição e Flávio Bolsonaro com 50,6% em cenário de polarização Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro. Foto: Manoella Mello/Globo (esq) e Luis Nova/Metrópoles @LuisGustavoNova (dir)

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg indica um cenário de polarização na rejeição eleitoral, onde 51,6% dos entrevistados afirmam que não votariam no presidente Luiz Inácio Lula da Silva de jeito nenhum, enquanto 50,6% declaram a mesma rejeição ao senador Flávio Bolsonaro. O levantamento aponta ainda que a crise envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal prejudica mais a campanha do petista do que a do parlamentar do PL.

Sobre o impacto do desgaste do Judiciário nas candidaturas, 52,3% atribuem os maiores prejuízos a Lula, contra 20,8% que citam prejuízo maior para Flávio Bolsonaro. Além disso, 15,5% dos participantes avaliam que a crise afeta ambos igualmente, 7,5% descartam impactos negativos para os dois e 3,9% permanecem indecisos.

O desempenho pessoal de Lula na Presidência da República registra 53% de desaprovação, com queda de um ponto percentual em relação à semana anterior, enquanto a aprovação manteve-se em 45%. Na avaliação geral da gestão, 50,9% classificam o governo como ruim ou péssimo, 40,4% consideram ótimo ou bom e 8,7% avaliam como regular.

Entre os demais nomes testados no levantamento, o pré-candidato Renan Santos apresenta 33,5% de rejeição entre os eleitores. Na sequência aparecem Romeu Zema, com 30,4%, e Ronaldo Caiado, com 23,7%. Já o médico psiquiatra e escritor Augusto Cury registra o menor índice de rejeição do grupo, somando 21,4%.

A pesquisa investigou também a responsabilidade pela expansão das apostas online no país, com 36% dos entrevistados apontando a gestão Lula como principal responsável. O governo do ex-presidente Jair Bolsonaro é citado por 25,4%, o Congresso Nacional por 16,5% e o STF por 0,7%. Opções alternativas somam 6,4% e 15% não souberam responder.

Em relação às consequências sociais das apostas eletrônicas, 59,9% dos eleitores afirmam que as bets trazem somente prejuízos à sociedade. Outros 28,6% declaram que o setor gera mais prejuízos que benefícios, 5,7% veem equilíbrio entre os dois fatores, 0,7% apontam apenas benefícios, 0,2% citam mais benefícios e 4,9% não opinaram.
















O estudo foi realizado entre os dias 17 e 22 de setembro com 5.015 eleitores consultados por recrutamento digital aleatório. A margem de erro varia entre um e dois pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-04739/2026.




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