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,26/09/2026

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Flávio Bolsonaro chama Lula de "pai do Tigrinho" e apresenta propostas de segurança e economia

Em ato na Baixada Fluminense, senador atacou governo federal, defendeu redução da maioridade penal e prometeu corte de impostos.


Flávio Bolsonaro chama Lula de Foto: Charles Vieira/Campanha Flávio Bolsonaro

O senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de "pai do Tigrinho" e "pai do cassino online" durante ato de campanha em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O parlamentar responsabilizou a gestão do petista pelo endividamento de famílias com jogos virtuais.

Em discurso realizado sobre um caminhão, Flávio declarou que está "colocando até a própria vida em risco" para "salvar o Brasil das mãos dessa quadrilha do PT". O candidato afirmou que Lula está "desesperado" com o cenário eleitoral e acompanhou o público em manifestações contra o atual presidente.

Na área de segurança pública, o postulante prometeu "declarar guerra aos narcoterroristas" de organizações como Comando Vermelho, PCC e milícia. Além disso, defendeu a redução da maioridade penal para 16 anos e a atuação integrada de policiais para a recuperação de territórios.

Para a economia, o senador prometeu diminuir tributos sobre a folha de pagamento ao declarar que vai "meter tesouraço nos impostos". O candidato também anunciou a intenção de criar o programa "Minha Primeira Empresa" voltado para a inserção de jovens no mercado de trabalho.

Na saúde, Flávio defendeu implementar o "padrão Einstein no SUS" e citou o plano de convidar o diretor do hospital Albert Einstein para o Ministério da Saúde. O projeto inclui ainda auxílio para creches privadas a mães trabalhadoras e apoio às candidaturas ao Senado de Carlos Jordi e Portinho.

O candidato declarou que pretende vencer a disputa presidencial no primeiro turno. Ele afirmou também que receberá a faixa presidencial do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado no processo referente à trama golpista de 8 de janeiro, o ex-presidente obteve autorização para cumprir prisão domiciliar humanitária para tratamento de saúde.




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