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,28/10/2026

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TSE rebate declaração de Flávio Bolsonaro e nega expulsão de fiscais em sala-cofre

Corte eleitoral informou que espaço não recebe visitas e comprovou a livre circulação de representantes partidários em outras dependências durante a contagem dos votos.


TSE rebate declaração de Flávio Bolsonaro e nega expulsão de fiscais em sala-cofre Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) classificou como falsa a denúncia apresentada pelo candidato derrotado à Presidência, Flávio Bolsonaro, sobre a suposta retirada de representantes do PL da sala-cofre da Corte. A manifestação oficial da Justiça Eleitoral ocorreu nesta segunda-feira (26), após o encerramento da apuração do segundo turno.

Ao rebater a alegação, o órgão destacou que o espaço técnico não recebe visitantes externos, enquanto as outras dependências contam com acompanhamento público regular. A instituição esclareceu: “A sala-cofre do TSE não é um espaço aberto à visitação. Todas as demais unidades e áreas do Tribunal, como a Sala de Totalização, podem ser visitadas por fiscais de partidos, observadores internacionais, advogados e membros do Ministério Público, entre outros, que acompanham, de lá, desde o início, a totalização e a divulgação dos resultados do pleito”.

De acordo com o tribunal, dois representantes do PL compareceram ao edifício-sede em Brasília e acompanharam atividades no subsolo, onde ocorreu o Teste de Integridade das Urnas, além da Sala dos Partidos Políticos, no quinto andar, e do espaço de totalização. Em nota divulgada pela manhã, a Corte reiterou: “Há registro de presença nos locais visitados, além de filmagem na Sala de Totalização, que comprovam o acesso livre dos fiscais às unidades do TSE”.

A acusação de retirada dos fiscais foi externada por Flávio Bolsonaro logo depois da confirmação do resultado eleitoral que deu a vitória a Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito por uma margem de cerca de 4,4 milhões de votos. Diante do índice de 51,79% conquistado pelo adversário petista, o senador declarou em pronunciamento que era “impossível” aceitar o desfecho da apuração.














O argumento do candidato baseou-se na extensão do pleito autorizada perto das 17h pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, que prorrogou o encerramento da votação até as 19h em todo o território nacional. Essa deliberação acolheu requerimentos apresentados tanto pela chapa de Flávio quanto pela coligação Brasil Pronto Pra Mais, que apoiou a reeleição de Lula.




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