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,28/10/2026

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Nikolas Ferreira descarta anulação de eleição e orienta apoiadores a evitarem atos de rua

Deputado federal destacou baixa probabilidade de mudança no resultado e pediu prudência diante de questionamentos no pleito.


Nikolas Ferreira descarta anulação de eleição e orienta apoiadores a evitarem atos de rua O parlamentar se manifestou através de vídeo publicado em rede social. Foto: Reprodução/Instagram/@nikolasferreiradm

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) orientou seus apoiadores a não realizarem manifestações de rua após a divulgação do resultado das eleições. O parlamentar declarou que a probabilidade de haver uma anulação do pleito é praticamente nula no cenário atual.

Em vídeo publicado em suas redes sociais, o deputado apelou por prudência aos eleitores e desestimulou mobilizações presenciais no momento.




"Conhecendo o nosso país, a chance de anular essa eleição é praticamente nula. E a prudência agora, com as vidas que estão em jogo, deve falar mais alto que qualquer ímpeto do nosso coração. Já vimos muitas pessoas pagarem um alto preço de irem para a rua no calor da emoção. Não façam isso", declarou Nikolas Ferreira.


Apesar de desaconselhar protestos nas ruas, o parlamentar citou ter dúvidas a respeito do processo eleitoral. Ele mencionou fatores incomuns na disputa, como a virada na apuração dos votos e a decisão que estendeu o horário de votação.


Durante a manifestação, Nikolas Ferreira também comentou o cenário eleitoral em Minas Gerais. Conforme o Tribunal Superior Eleitoral, Lula venceu em território mineiro com 50,43% dos votos válidos, contra 49,57% de Flávio Bolsonaro. No total nacional, a apuração oficial indicou a reeleição de Lula com 51,79%, enquanto Flávio obteve 48,21% dos votos.


O posicionamento do deputado ocorre no contexto em que Flávio Bolsonaro afirmou não aceitar o resultado e indicou a intenção de pedir a anulação do pleito por meio de recurso jurídico. O candidato contestou a prorrogação do horário de votação por duas horas, medida autorizada pelo ministro do STF Cristiano Zanin.


"O que aconteceu hoje não foi algo normal. Foi algo inaceitável. Um ministro da Suprema Corte, ex-advogado do Lula, pela primeira vez na história, dá uma canetada a pedido do ex-sócio dele e muda a regra do jogo no meio do jogo", disse Flávio Bolsonaro ao criticar a decisão.




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