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,25/09/2026

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Fachin dá cinco dias para PGR se manifestar sobre pedidos no caso Banco Master e INSS

Presidente do STF solicitou parecer da Procuradoria sobre requerimentos pendentes na Petição 16.704, incluindo pedido de soltura de Daniel Vorcaro


Fachin dá cinco dias para PGR se manifestar sobre pedidos no caso Banco Master e INSS Edson Fachin durante sessão plenária do STF. Foto: Alejandro Zambrana/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, fixou o prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre requerimentos pendentes na Petição 16.704. A determinação envolve solicitações protocoladas no âmbito das apurações relativas ao Banco Master e a fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A medida contempla oito pedidos apresentados no processo, entre os quais estão solicitações para a revogação de prisões de investigados, como a do banqueiro Daniel Vorcaro. Fachin solicitou que a Procuradoria avalie a pertinência, necessidade e adequação das providências, além dos impactos em apurações em andamento, ressaltando que o encaminhamento não representa deliberação sobre o mérito nem decisão de soltura.

A Petição 16.704 foi autuada pelo presidente do STF após o ministro Alexandre de Moraes encaminhar informações que apontam supostas irregularidades atribuídas ao ministro André Mendonça. Moraes citou condutas que poderiam configurar improbidade administrativa, crimes de responsabilidade e abuso de autoridade, alegações que ainda passam por análise na Corte.

O procedimento integra as ações centralizadas na Presidência do STF diante de divergências internas sobre a condução das investigações do Banco Master e do INSS. Fachin reuniu o exame dos autos após decisões conflitantes entre integrantes do tribunal, a exemplo da ordem de Mendonça para afastar a direção da Polícia Federal, composta por Andrei Rodrigues e Leandro Almada, medida posteriormente revogada pelo ministro Flávio Dino.

O plenário do Supremo chegou a iniciar a discussão sobre a tramitação conjunta dos casos em sessão extraordinária, mas a análise acabou suspensa por pedido de vista do ministro Flávio Dino. Com o novo despacho, os autos retornarão ao gabinete da Presidência do STF somente após o envio do parecer pela Procuradoria-Geral da República.




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